Projeto Temporadas completa um ano com mais de 2,4 mil artistas do Amazonas

Foram sete no decorrer do ano, totalizando 82 apresentações artísticas e 174 ações como concursos, feiras, mostras, oficinas e debates

O projeto Temporadas termina 2018 com o envolvimento de 2.439 artistas do Estado e um público superior a 500 mil pessoas. Criado pela gestão do governador Amazonino Mendes, através da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), foram realizadas sete temporadas em pouco mais de 14 meses de mandato: Natalina, Carnaval, Literária, Delas, Indígena, Bem Viver e Ópera, totalizando 82 apresentações artísticas e 174 ações como concursos, feiras, mostras, oficinas e debates.

O secretário de Cultura, Denilson Novo, revelou que as temporadas foram realizadas de acordo com a orientação do governador Amazonino Mendes para ampliar e tornar o acesso à cultura cada vez mais abrangente para a população.

“Criamos o formato destas temporadas pensando em atender as nossas manifestações culturais e dar espaço e protagonismo para todos. Seguimos a orientação do governador, que sempre fez muito pela cultura do nosso Estado, para que abríssemos todas as portas possíveis em busca de parcerias e inovação em cada projeto que realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, e as temporadas foram uma consequência desta filosofia”, destacou.

Literatura e protagonismo feminino – Duas das mais elogiadas pelo público foram as temporadas “Literária” e “Delas”, que levaram ações de literatura e atividades voltadas às mulheres para vários espaços da capital e do interior. Dentro da temporada “Literária” houve lançamento de livros, rodas de conversa com escritores, oficinas de fanzines, vivências, feira de troca de livros e mediação de leitura em espaços como galerias e shoppings populares. Todo esse circuito literário culminou na Mostra Literária, no Centro Cultural Usina Chaminé.

Já a temporada “Delas”, além das ações casadas com a “Literária”, teve programação em Manaus e no Cacau Pirêra, com debates sobre o protagonismo feminino, valorização da mulher negra, situação da mulher indígena e da mulher trans na sociedade; oficina de empoderamento; dia de beleza para moradoras de rua; marcha das mulheres; e apoio social e jurídico para mulheres em situação de risco.

Cultura indígena – Outro destaque na programação foi a mesa sobre literatura e cultura indígena, no Musa, em março, que teve participação do escritor indígena Ely Macuxi, autor dos livros “Ipaty – Curumim da Selva” e o “Segredo do Mindu”; a cantora e jornalista Djuena Tikuna, além de Cláudia e Maria Baré, todos indígenas.

Interiorização – O interior do Amazonas também foi contemplado com as temporadas no decorrer do ano. Municípios como Autazes, Iranduba e Manacapuru receberam programações, que tiveram boa aceitação do público. Em Manaus, as feiras alternativas foram algumas das principais atrações. O objetivo era inserir a apresentação de artistas em ações integradas que contam com shows, debates e oficinas.

Ópera Delivery – A Temporada de Ópera, com o projeto da Ópera Delivery, chegou a ser matéria de capa do jornal norte-americano “The Wall Street Journal“, um dos principais veículos de comunicação internacional da atualidade, e destaque com vídeo na versão online. O artigo publicado falou sobre a chegada da ópera no Estado, detalhes sobre o Teatro Amazonas e a realidade regional. A matéria destacou ainda ações do governador Amazonino, através da SEC, para a popularização da cultura na região. Foram 50 apresentações realizadas em domicílio, beneficiando diretamente 1.076 pessoas e envolvendo 25 artistas.

Folclore – Na Temporada Folclórica, houve atrações como grupos de danças, quadrilhas e apresentações dos Bois Bumbás Master A e B. Foram reunidas diversas manifestações culturais da capital e do interior do Estado para relembrar nossos valores, prestigiar nossas crenças, lendas e costumes, sob a influência e características das culturas portuguesa, indígena e nordestina, além da natureza e do misticismo. Destaca-se no contexto social, principalmente, por envolver jovens carentes na cultura amazonense e oportunizar inúmeras alternativas econômicas e sociais.

FOTOS: ARQUIVO/SEC E SECOM

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