Amazonenses que moram exterior usam a tecnologia para comemorar as festa de fim de ano

As festas de fim de ano, Natal e Réveillon, são uma época de confraternizar, estar próximo dos amigos e familiares e renovar as energias para o próximo ano. Porém, o que para muitos é uma data especial, para quem reside em outro país é um momento de intensa saudade.

A saída para quem vive essa situação é usar a tecnologia para encurtar a distância geográfica da família. O diretor Comercial da TIM no Centro-Norte, Fábio Reis, comenta que a comunicação entre longas distâncias, que antes demorava dias e até meses, hoje é cada vez mais rápida com o avanço da tecnologia. “Os aplicativos de mensagens facilitam o contato entre as famílias, ajudam as pessoas a compartilharem experiências e a diminuírem as distâncias”.

O mercado de telecomunicação, diz ele, acompanhou as mudanças da sociedade e hoje oferece inúmeras alternativas de planos e pacotes acessíveis de roaming internacional e nacional, para quem mora em países diferentes ou apenas em outro estado. “O usuário ainda pode escolher a oferta conforme a sua necessidade de uso – com mais voz ou internet. Há opções, inclusive, em que a utilização de aplicativos de mensagens não é descontada da franquia contratada”, lembra o executivo.

Os amazonenses Edvan Fleury e Camila Biasi, que atualmente moram na China e Alemanha, respectivamente, são exemplos de quem utiliza a tecnologia para matar a saudade da família.

O jornalista Edvan mudou-se para a Ásia há sete anos em busca de melhor oportunidade de trabalho. Há cinco passa o Natal longe da família e conta que essa é uma das épocas mais tristes e que mais sente falta de estar próximo da mãe e do irmão, que moram em Manaus.

Edvan explica que na China o Natal, por exemplo, não é uma data celebrada e por isso a cidade não é enfeitada. Além disso, as pessoas não planejam nenhum tipo de comemoração. “Isso é bom por um lado, porque não fico pensando no fato de estar tão longe de quem amo. Mas quando chega dia 25 não tem jeito. A saudade aperta. Nesses momentos só consigo pensar que a distância é por uma boa causa. Estou em busca de algo melhor para a minha vida”, disse.

Segundo Edvan, normalmente a comemoração do Natal é bem simples. “Apenas preparo um jantar e depois vou dormir”, relatou o jornalista. Para diminuir um pouco a saudade, ele recorre sempre à facilidade promovida pelos recursos da telefonia. “Devido ao fuso horário nossa comunicação é sempre atrasada, mas no Natal vamos ver e nos falar, com certeza, mesmo que seja no dia 25”.

Assim como Edvan, a economista Camila Biasi também vai passar o Natal longe da família. Ela mudou-se há um mês para a cidade de Nuremberg, na Alemanha, com o esposo, Renan Kirk Cabral, desenvolvedor de software e que recebeu uma proposta de trabalho no país.

Esse será o segundo ano que Camila passará o Natal longe da família. “No ano passado também não pude estar junto a todos e como acredito que o Natal seja para estar em família, reunir e confraternizar, uso a tecnologia para me aproximar deles e diminuir a saudade por vídeo-chamada ou até mesmo uma ligação. Ajuda muito a reduzir um pouquinho a enorme distância.”

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